Instalando Firefox 3 no Centos/RHEL e Fedora

Lançado a versão 3.0 do navegador web Firefox. Com ele, também foi iniciada a corrida para o recorde mundial de downloads em um único dia. Entretanto, muitos usuários não sabem como atualizar a instalação do navegador instalado pela distribuição. Nesse tutorial, irei guia-lo passo-a-passo de forma prática e objetiva.

Faça o download do Firefox 3 em

http://pt-br.www.mozilla.com/pt-BR/firefox/

Instale o pacote compat-libstdc++-33, necessário em algumas distribuições.

#yum install compat-libstdc++-33

Descompacte em /usr/lib

#tar jxvf firefox-3.0.tar.bz2 -C /usr/lib

Link para o binário.

#cd /usr/bin
#mv firefox firefox-1.5
#ln -sf /usr/lib/firefox/firefox ./

Habilitando os plug-ins do MPlayer

#cd /usr/lib/firefox/plugins
#ln -sf /usr/lib/mozilla/plugins/mplayerplug-in* ./

Reinicie o navegador e aproveite o novo Firefox 3.

Está muito mais rápido e leve, recursos visuais discretos porém bastante elegantes. A navegação está mais suave e creio que irá aumentar a satisfação do usuário. Não gostei dos ícones, pensei em um trabalho mais bonito para a versão Linux do navegador, mas nada que uma nova “Skin” não resolva.

FISL 9.0 - Fotos!

Ok! Eu sei que ja se passou algum tempo desde o encerramento do FISL - que ocorreu na PUC de Porto Alegre - mas a correria do dia-a-dia e meus diversos projetos me deixaram sem tempo para fazer novos posts aqui, no website. As vezes me sinto um bombril por querer abraçar o mundo com “N” projetos e responsabilidades, mas aos poucos percebi que as coisas não funcionam desta maneira e estou aprendendo uma coisa muito importante: delegar prioridades.

Bom, chegou a vez dar um “check” em mais um item da minha lista: Atualizar o website.

FISL 9.0

No FISL, eu penso que foi no primeiro dia.

FISL 9.0

Com os amigos! Julio C. Neves e João Fernando C. Junior - Lideranças do BrOffice.
- e pensar que dias depois desse encontro me tornei co-líder no Rio de Janeiro…

FISL 9.0

Depois de perder todas as promoções, brindes e sorteios… a hora da bonanza… ganhei uma caneca exclusiva da SUN Microsystems. Na foto, a turma de embaixadores do OpenSolaris no Brasil na qual fiz amizade. E à direita, Greg da SUN, EUA.

FISL 9.0

Com Jon “Maddog” Hall, Fundador da OpenSource International. Um orador nato e respeitado profissional. Esse foi meu terceiro encontro com ele.

FISL 9.0

Com a turma do Ubuntu

FISL 9.0

Outra foto com a turma do Ubuntu

FISL 9.0

Com Josef, do KDE Project. Um alemão super simpático que ficou aturando minhas perguntas sobre a Alemanha… ainda vou parar por lá… anotem isso.

E por enquanto é só! Vejo você no FISL 10.

Treinamento Linux na Universidade UNIG

É com um imenso prazer que anuncio o curso de extensão Administração de Sistemas Linux na Universidade Iguaçu - UNIG.

Abaixo, segue o release que postei no Br-Linux:

“Oportunidade para quem deseja aprender GNU/Linux na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. A Universidade UNIG (www.unig.br) cria o curso de extensão de Administração de Sistemas Linux Básico. O curso de Administração de sistemas Linux, abrange temas que vão desde a introdução e filosofia, passando por complexos métodos de instalação, comandos internos do sistema, interfaces gráficas, expressões regulares até os diversos modos de gerenciamento de pacotes, preparando o aluno para o amplo mercado de trabalho da qual o próprio Linux ajudou a criar. A distribuição Linux adotada para o curso será a CentOS, um sistema clone do RedHat Entreprise Linux voltado para empresas que está presente em diversos desktops e servidores do mundo todo.

O curso será ministrado por Marcellino F. de Paula Junior, autor do Livro Ubuntu Guia Pratico Para Iniciantes, graduando em Engenharia da Computação, Co-Líder do projeto BrOffice-RJ e Pesquisador.

O curso será aos sábados (8:00 às 12:00), com duração de 40 horas e previsão de ínico no dia 31 de maio com um valor extremamente acessivel: 2x R$75,00

Para maiores informações, entre em contato com a Central de Atendimento pelo telefone: 0800 212013 ou no website www.unig.br

Av. Abílio Augusto Távora, 2134
Nova Iguaçu - RJ - Brasil
CEP: 26275-580

As vagas são limitadas.”

Linux é uma perfeita plataforma para games!

A prova está no Wine, DirectX e o jogo Silkroad

Introdução

Como eu gosto desse sistema, sua versatilidade, sua capacidade de adaptação, cada dia me apaixono mais pela liberdade que juntos conquistamos. Essa paixão, de tão grande e avassaladora, me fez migrar totalmente para o Linux, todas as minhas necessidades foram pouco a pouco sendo saciadas a cada lançamento de uma nova distribuição. Vários anos se passaram, e hoje, possuo um posicionamento mais maduro a cerca do software livre e tenho como eleita uma distribuição favorita. Apesar de todas as conquistas do Software Livre, ainda havia um ponto que me assombrava durante vários anos: os jogos. Por mais que eu não seja um jogador nato, passei anos de fora de encontros casuais de amigos nas intituladas “lanparty” por ser o único a utilizar um sistema operacional diferente. Mas não mais.

É comum afirmarem que o Linux não é capaz de fazer funcionar jogos antes desenvolvidos para a plataforma Microsoft Windows. Teoricamente - e apenas teoricamente - um aplicativo desenvolvido exclusivamente para uma plataforma não será compatível com a outra e vice versa. Entretanto, esse cenário mudou desde o inicio do desenvolvimento do Wine [1] – que completa 10 anos de desenvolvimento em breve - e mais ainda com a solução proprietária para jogos TransGaming Cedega [2]. Ao contrário do que muitos pensam, o Wine – que em suas páginas de documentação o descreve como: “Wine is Not a Emulator” - não é um emulador de aplicativos Windows e sim uma implementação da API do Windows, OpenGL e Unix, utilizando-se de códigos “não-Microsoft”, mas podendo utilizar-se de bibliotecas nativas do mesmo - fica a gosto do usuário. Apesar de estar falando de jogos, o Wine pode ser utilizado para aplicativos comuns de ambiente Windows, um exemplo é o Adobe Photoshop.

O Cedega é uma solução para Linux especializada em games, o que talvez não seja de conhecimentos de todos é que o mesmo é baseado nos sources do Wine. A solução cumpre o que promete e faz da instalação de jogos muito rápida e prática, passando a impressão que o jogo foi feito para a plataforma aberta. Em contrapartida, é uma solução proprietária e seu uso é através do pagamento de licença.

Falando em Wine, hoje em dia é comum empresas utilizarem um sistema operacional Linux e aplicativos desenvolvidos para Windows, graças ao Wine. Isso significa economia e estabilidade para o usuário e para a empresa. Eu disse “empresa” porque a minha própria empresa ja prestou diversas vezes consultoria nessa área, e ela é bem ampla.

O Sistema Utilizado

Em especial para este artigo, o sistema operacional utilizado foi o CentOS / RHEL 5.1 [3], a versão do Wine é 0.9.52, o DirectX 9c Release March 2008 [4], uma placa gráfica 3D devidamente instalada e configurada e o jogo Silkroad [5] – que pode ser baixado gratuitamente em seu website oficial. Duas observações importantes: É importante utilizar o release do DirectX proposto, pois a instalação de uma versão anterior ou superior requer configurações adicionais das quais serão apresentadas. Será necessário o uso de DLLs de uma instalação válida do Windows. Existem vários sites na Internet que disponibilizam essas DLLs mas eu não irei citá-las por não ter certeza da legalidade do download dessas DLLs sem que o usuário possua uma licença do sistema.

Instalação e Configuração

O Wine está presente em todas as grandes distribuições Linux atualmente, em Debian e seus derivados a instalação é simples: apt-get install wine. Em RedHat e derivados – como o próprio CentOS – talvez seja necessário habilitar o repositório rpmforge [6], mas o comando de instalação segue a mesma linha lógica: yum install wine.

Com o Wine instalado corretamente, execute o comando winecfg e na aba applications escolha o sistema operacional Windows XP. Na aba audio, habilite o driver de som apropriado e em video habilite o virtual desktop com a resolução de 1024×768. O leitor está livre para escolher a resolução adequada as suas necessidades. Em libraries adicione a DLL nativa d3d8.dll - essa manobra irá facilitar o encontro das linhas que serão adicionadas no arquivo user.reg.

Wine

Copie os arquivos nativos mscoree.dll e streamci.dll de uma instalação do Windows para a pasta /system32 do Wine. Edite o arquivo user.reg, localizado na pasta oculta .wine assim como o diretório /system32 dentro de sua pasta home.

Encontre a linha:

[Software\\Wine\\DllOverrides]
“d3d8″=”builtin”

E adicione as DLLs abaixo. Essas mesmas DLLs deverão ser copiadas de uma instalação do Windows para a pasta /system32 do Wine. Elas são necessárias para o correto funcionamento do DirectX.

“d3d9″=”builtin”
“d3dim”=”native”
“d3drm”=”native”
“d3dx8″=”native”
“d3dx9_24″=”native”
“d3dx9_25″=”native”
“d3dx9_26″=”native”
“d3dx9_27″=”native”
“d3dx9_28″=”native”
“d3dx9_29″=”native”
“d3dx9_30″=”native”
“d3dx9_31″=”native”
“d3dx9_32″=”native”
“d3dx9_33″=”native”
“d3dx9_34″=”native”
“d3dx9_35″=”native”
“d3dx9_36″=”native”
“d3dxof”=”native”
“dciman32″=”native”
“ddrawex”=”native”
“devenum”=”native”
“dinput”=”builtin”
“dinput8″=”builtin”
“dmband”=”native”
“dmcompos”=”native”
“dmime”=”native”
“dmloader”=”native”
“dmscript”=”native”
“dmstyle”=”native”
“dmsynth”=”native”
“dmusic”=”native”
“dmusic32″=”native”
“dnsapi”=”native”
“dplay”=”native”
“dplayx”=”native”
“dpnaddr”=”native”
“dpnet”=”native”
“dpnhpast”=”native”
“dpnlobby”=”native”
“dsound”=”builtin”
“dswave”=”native”
“dxdiagn”=”native”
“mscoree”=”native”
“msdmo”=”native”
“qcap”=”native”
“quartz”=”native”
“streamci”=”native”

Faça o download do DirectX 9c Release March 2008 e instale-o normalmente. Você pode querer testar os recursos 3D do DirectX, execute o dxdiag.exe localizado no diretório /system32 do Wine. Faça o mesmo com o jogo Silkroad Online e instale-o em seu diretório padrão, algo como C:/Arquivo de Programas/…

Um ponto que fiquei preocupado foi a do anti-cheating gameguard – que impossibilita o uso de aplicativos para bular o jogo e o meu principal problema no passado, mas o Wine contornou a situação com maestria e o jogo foi carregado com sucesso. Abaixo, o resultado da minha pesquisa. Tracei um caminho difícil porém gratificante no final. Meu objetivo era provar que jogos do tipo MMORPG como o Silkroad poderiam tranqüilamente funcionar em conjunto do Wine e não apresentar um um artigo com um simples jogo de plataforma.

Silkroad em CentOS / RHEL 5.1

Silkroand no CentOS 5.1 e Wine

Conclusão

Prós: Estabilidade e velocidade - Linux é sinônimo de ambiente sempre muito estável, ainda mais utilizando uma distribuição tão bem construída quanto o CentOS 5.1. Em meus testes, joguei por horas o jogo Silkroad Online sem apresentar nenhum tipo de problema. O Wine se comportou muito bem e não obtive nenhum travamento ou lentidão, muito pelo contrário, a sensação era de ter uma velocidade superior ao do ambiente Windows. O modo “free camera” ficou tão solto que o mouse parecia ter vida própria. Habilitei em alguns momentos o anti-aliasing da placa de video no máximo afim de testar a estabilidade do sistema e tanto o hardware quando o sistema em si não apresentaram quaisquer erros.

Contras: Extremamente trabalhoso realizar essa configuração. Usuários iniciantes talvez não irão conseguir realizar todas as operações com sucesso. Na instalação do jogo, presenciei um bug no box que informa localização de onde seriam instalados os arquivos e ele estava em branco, sendo necessário selecionar a caixa para visualizar o endereço, felizmente, em versões mais atuais esse bug foi corrigido. Me desagradou o fato de ter de copiar DLLs da instalação do Windows, espero que no futuro exista uma solução livre para contornar a solução que apresentei.

Gostaria de deixar uma questão na mente dos leitores: Se foi possível a execução de um jogo 3D em uma plataforma não nativa, o que será de um simples aplicativo antes desenvolvido para ambiente Windows? Apesar da dificuldade de preparar uma plataforma perfeita e dos pequenos – e insignificantes - problemas que apresentei, concluo este artigo afirmando: Linux é uma perfeita plataforma para games!

Referências

[1] http://www.winehq.org/
[2] http://www.transgaming.com/products/cedega/
[3] http://www.centos.org/
[4] http://filehippo.com/download_directx/
[5] http://www.silkroadonline.net
[6] https://rpmrepo.org/RPMforge

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Imagine um lugar…

imagine um lugar…

…onde tudo é possivel

onde todos…

…podem voar

be linux.

Fonte: http://digg.com/lbv.php?id=5970257&ord=6

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Espírito Santo comemora o DFD’08: Dia da Liberdade dos Documentos

Enviada por: João Fernando

O Dia da Liberdade dos Documentos (DFD, Document Freedom Day) é um dia internacional para Libertação de Documentos com ações de base no sentido de promover Formatos de Documento Livres e Padrões Abertos em geral.

O dia escolhido para comemorar o Dia da Liberdade dos Documentos é o 26 de Março, dia este que irá proporcionar um ponto de mobilização mundial pela Libertação de Documentos e por Padrões Abertos.

Até o momento estão registrados no site oficial 16 cidades brasileiras que terão atividades no dia 26 de Março, num total de 27 times. No Espírito Santo, as cidades listadas são Serra e Guarapari. Ambas terão ações de conscientização promovidas pela Iniciativa Espírito Livre.

Na Grande Vitória a atividade acontecerá na UCL, unidade de Jardim Limoeiro, no município de Serra. Já em Guarapari, o local escolhido é a Faculdade Doctum. Para maiores informações sobre o Dia da Liberdade dos Documentos no Espírito Santo, assim como detalhes oficiais dos locais onde estarão acontecendo as ações, visite o website criado pela Iniciativa Espírito Livre, visando listar tais informações a respeito das atividades em nossas terras.

Alexandre Oliva da Fundação Software Livre América Latina (FSFLA) comenta: “Quando você salvar os seus documentos usando um formato Padrão Aberto e Livre como o ODF, você também está salvando seu próprio futuro, garantindo a sua contínua capacidade de acessar, decodificar e converter os seus conteúdos.”

Graham Taylor, Diretor da OpenForum Europa: “A OpenForum Europa aplaude o anúncio do Dia da Liberdade dos Documentos. A verdadeira essência da ‘transparência’ é capturada pelo direito dos usuários, cidadãos, governos… poderem livremente acessar e trocar documentos, hoje e no futuro. Nada dá maior significado para o perigo predominante de aprisionamento tecnológico em soluções proprietárias, e para a necessidade do Governo agir agora.”

Mas como posso ajudar?

- Juntando a galera e marcando presença, como já fazemos nos outros eventos de comunidade aqui no estado;

- Espalhando a notícia do DFD em seu grupo de amigos, site, blog, lista de discussão, lista de emails, escola, faculdade, familiares, professores;

- Divulgando o folder eletrônico a todos os grupos acima descritos e quantos outros mais houver;

- Ajudando na logística dos equipamentos utilizados, assim como no transporte dos palestrantes;

- Ajudar a espalhar o máximo possível de documentos em formatos abertos na internet. Assim muitos que não o conhecem procurarão conhecê-lo;

- Espalhar e incentivar o uso de softwares que trabalham com padrões abertos (BrOffice.org/OpenOffice.org, Inkscape, GIMP…);

- E talvez o mais importante: Libertando um documento importante para você e que seja relevante aos demais membros da comunidade.

Quando falamos em libertar documentos não estamos falando apenas daquele documento do Microsoft Word, ou daquela planilha de cálculos que você fez no Excel e que resolveu seu problema por meses… Documentos de imagem, desenhos vetoriais (como os feitos em CorelDraw), partituras, músicas, filmes… tudo isso pode ser libertado, contudo considerando que você tenha sido o autor. Isto é muito importante e sério, pois, não há dignidade em libertar um documento que você não criou. Você só pode libertar suas criações. Vale lembrar que ao libertar um documento você não deixa de ser dono dele, o que você está fazendo é compartilhando idéias com os outros, que podem agregar ainda mais melhorias ao original.

As cidades e os respectivos times podem ser vistos aqui:
http://www.documentfreedom.org/Category:Brazil.

As ações no estado do Espírito Santo podem ser acompanhadas no seguinte link: http://dfd.espiritolivre.org.

A lista de grupos que apóiam o DFD podem ser encontrada em http://documentfreedom.org/Who.

A lista completa de equipes do DFD está disponível em http://documentfreedom.org/Category:Teams.

Outras informações: http://documentfreedom.org e http://dfd.espiritolivre.org.

Serviço:

DFD’08: Dia da Liberdade dos Documentos (Document Freedom Day)

Data: 26/03/2008

Locais: Serra: UCL – Av. Lourival Nunes 181 – Jardim Limoeiro – Serra – ES

Guarapari: Faculdades Doctum - Rodovia Jones dos Santos Neves, 3535 - Muquiçaba - Guarapari - ES

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Configurando o arquivo de tradução do SquirrelMail

SquirrelMail

Essa dica é para quem instalou o SquirrelMail em um servidor Web e não consegue habilitar nosso idioma e nem o charset.

O script “conf.pl” localizado dentro da pasta /config, possibilita realizar todas as configurações necessárias para utilizar-mos o Webmail sem fazer muito esforço. A única dificuldade está em habilitar nosso idioma, ja que não basta inserir “pt_BR” e “utf-8″ na opção “languages” do script.

Demorei um pouco para entender esse (bug?) problema dentro do script de configuração do SquirrelMail e para poupar tempo de quem procura uma solução rápida, não irei descrever o processo de instalação ou configuração, ja que existe uma documentação vasta na Internet sobre esse tema. Estou supondo que o leitor tem uma instalação do Webmail funcional.

Rode o script conf.pl , entre na opção “10″ - “Languages” , mude opção 1 e 2 para:

1. Default Language : pt_BR
2. Default Charset : utf-8

Edite o arquivo localizado em /functions/i18ln.php e altere as seguintes linhas:

CHARSET ‘ISO-8859-1′

para:

CHARSET ‘utf-8′

E altere a linha:

LOCALE ‘pt_BR.iso-8859-1′;

para:

LOCALE ‘pt_BR.utf-8′;

Salve o arquivo e o processo estará finalizado. Entre novamente SquirrelMail e ja estará em Português Brasileiro.

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O que acontece se por engano digitar “sudo rm -rf /”

Quer saber o que acontece quando executa o comando “sudo rm -rf /” ? Acredite, por erro de digitação - ou propositalmente - ja vi muitos casos de usuários simplesmente apagando toda a raís do sistema. Fique alerta!

Assista esse vídeo hospedado no youtube.

Fonte: NoticiasLinux

Usuário não acredita que Linux rode sem o Windows

“You are kidding arent you ?”

Um usuário (aka Steve Ballmer?) totalmente fora da realidade faz um post no fórum da ZDNET, explicando porque o Linux não pode rodar sem o Windows.

Confira a tradução livre feita pelo site “NoticiasLinux”:

“Você está dizendo que o linux pode rodar em um computador sem o windows? … Se isso for verdade as empresas deveriam estar vendendo computadores sem o windows. Isso claramente não está acontecendo … A Microsoft gastou 9 bilhões de dólares e vário anos para criar o Vista, não acredito que uma solução como essa iria nascer da noite para o dia … Não é possível que um freeware como o Linux possa rodar do início ao fim sem usar algumas das partes mais críticas do Windows. Não é possível …”

Deixe seu recado no forum da ZDNET

alsa-utils: curses library?

Hoje farei um post rápido, justamente para oferecer uma dica importante para quem está tentando compilar o alsa-utils e está tomando uma verdadeira surra. Tudo começou quando fiz uma instalação “freash” do Debian Etch no meu equipamento. Meu som não foi detectado e tive que compilar uma versão mais recente do “alsa-driver”, “alsa-lib” e “alsa-utils”. Esse último, me deu uma tremenda dor de cabeça.

checking for initscr in -lncurses… no
checking for initscr in -lcurses… no
configure: error: this packages requires a curses library

Quando entrava com o comando ./configure, ele iria bem até retornar com a mensagem: “configure: error: this packages requires a curses library“. Nunca havia ouvido falar da “curses library” - e também era a primeira vez que compilava o alsa - até então. Fazendo uma pesquisa na internet, percebi que não ocorria apenas no Debian, mas também no Ubuntu, Caixa Mágica e em outros baseados no Debian.

Bom, prometi uma dica rápida certo? Para resolver o problema, instale o pacote libncurses5-dev

apt-get install libncurses5-dev